Radar

28 de março de 2018
Sapatilha sola larga Zara


Acho que estou a ficar mais do que rendida a este estilo - dad shoes!!!

O "meu radar" anda a captar sempre a mesma coisa e estas lindinhas estão indisponíveis nas lojas mais próximas de mim mas disponíveis online.

É muita a tentação...

Tentações à parte, aproveito para desejar a todos desse lado um óptimo descanso (se for caso disso) e uma óptima Páscoa :)

Work Station #home

14 de março de 2018

Já consegui instalar a zona de trabalho no quarto das tralhas. Aos poucos tudo começa a ganhar uma nova forma, uma nova arrumação.
Para já tenho o essencial!


Optei por peças separadas - 2 cavaletes e 1 tampo - na construção da mesa (soluções IKEA). Isto porque, quando se trata de fazer modelação, estou sempre de pé e preciso de uma mesa à minha altura. Os cavaletes são reguláveis e por isso mesmo, posso sempre e quando bem entender, pô-lo na medida pretendida.


Apesar da vantagem que tenho na luz natural que entra pela casa dentro, a maioria das vezes estou neste espaço à noite. Chegada a casa, jantar pronto e degustado, cozinha arrumada, casa organizada, estou pronta para entrar noutro mundo.
Pesquisas, leituras, escritas...
Durante a semana, "àquela" hora - já fora de horas - a luz tem obrigatoriamente que ser artificial e por isso mesmo optei por montar o meu próprio candeeiro. Adorei esta lâmpada que, além a estética, dá uma luz incrível e é económica. Bastou juntar-lhe um pé e o resultado é este que podem ver.
A verdade é que as minhas escolhas foram na base do básico e barato.


Tento sempre organizar ao máximo as tarefas e definir um tempo limite para estar neste espaço.
Computador desligado, telemóvel em repouso/silêncio e estou pronta para recolher ao conforto e tranquilidade dos meus. Faço um clique no desligar total de tudo o que possa ser uma distração, para me ligar ao que de melhor tenho:

as minhas pessoas, o meu lar ♥♥♥

É fundamental para mim conseguir este equilíbrio. Há momentos - muitos momentos - que sinto que o dia devia ter no mínimo 48h mas, de volta à realidade das 24h, só me resta aproveitar o tempo com qualidade.


As/os mais atentas/os já devem ter topado que de repente aparece um chariot, também ele regulável em altura, e que facilmente o desloco para qualquer canto. Dá imenso jeito que assim seja ;)

Ainda falta muita coisa. Os detalhes deixo no "vai-se andando e logo se vê".
Estou super satisfeita por ver o meu cantinho a sair dos planos e a entrar numa realidade palpável.

Para já é isto! 

Está bem assim!

12 de março de 2018

Já que não a podemos contrariar então vamos torná-la positiva. A chuva, essa chuva...
Confesso que há alturas em que me dá um jeitão ter estes dias de "hibernação" total. Porque há promessas que vou adiando e demoram imenso a serem cumpridas e por isso mesmo, aproveito para pôr tudo em andamento. Depois, também faço questão de esquecer a chuva lá fora e agarro-me a sonhar com aqueles dias de sol que me dão uma lufada de ar fresco, com as cores vibrantes e os materiais leves que já começaram a invadir as lojas e que me levam a acreditar que os dias mais alegres estão quase a chegar. Podemos saltar o mês das águas mil?!!


Casa arrumada e trabalho organizado, é hora de pôr leituras em dia, aproveitar o silêncio e confortar a alma com chá quente e biscoitos.

Pelo meio, encontrei um artigo que achei super interessante, que me levou a uma reflexão mais atenta e que não podia deixar de partilhar convosco.


"O fim da perfeição"


O perfeccionismo pode ser uma verdadeira armadilha na nossa vida, e se há uns tempos atrás era considerado positivo, hoje a conversa começa a ser outra e a ganhar outra perspectiva.

Em jeito de introdução pode ler-se: "Um dos segredos para uma vida feliz é substituir o está perfeito pelo está bem assim. A verbalização importa."

Descobri que é uma característica que já nasce com alguns de nós, mas que se pode e deve controlar. Caso contrário vai acabar por consumir completamente a nossa vida e isso vai tornar-se muito penoso e, no pior dos cenários, afectar a nossa saúde mental (estudos comprovados).

Claro que as questões culturais vão sempre estar envolvidas e temos uma sociedade cada vez mais exigente, onde a busca pela perfeição é quase que como um bem essencial à sobrevivência. A infância é marcada desde cedo por esta característica que, de forma muitas vezes inconsciente - não sou mãe, ainda, mas acredito que os pais tentam sempre fazer o seu melhor - é incutido de que se for bem sucedido há recompensa, de que deve ser feito um esforço para dar o melhor possível. Sem querer, há consequências menos positivas que se criam que podem a longo prazo criar medos, ansiedades e até depressões. Assustador, não?

Nos Estados Unidos, já existe uma evolução neste sentido e falhar pode ser alvo de um forte aplauso, pois é considerada uma ferramenta que faz parte do percurso para o sucesso. Há inclusive iniciativas por parte de grandes empresas (p.e. Google) que visam controlar o perfeccionismo.

Vale a pena reflectir.
Faz sentido.
Não adianta mudar leis se as mentalidades se mantêm agarradas ao século passado.
E a mudança parte de cada um de nós individualmente. Sem dúvida que tínhamos aqui conversa para nunca mais acabar, mas acho que a afirmação que se segue é bastante esclarecedora.


"Falhar é uma opção. Não é o fim do mundo. É a prova que, pelo menos, se tentou."

Tenham uma excelente semana e vamos aproveitar esta reflexão para tentar melhorar a nossa performance.

Aceitam o desafio?!!

Boa semana :)